Vacina COVID-19

Michelle, como está a corrida por uma vacina para evitar a COVID-19??

Está uma verdadeira corrida mesmo!! Há vários testes em andamento, são mais de 200 estudos!!! Algumas tentativas falharão… outras não terão resultados claros, mas temos que torcer para que alguma estimule o sistema imune a defender nosso corpo contra o SARS-CoV-2.

Eita, Michelle!!! Como assim? Como a vacina pode estimular o sistema imune??

Lembra que conversamos sobre como nosso organismo se defende de invasores? Então, para nosso organismo combater um invasor de maneira mais rápida e eficiente é necessário que nosso exército de defesa seja treinado para esse combate.

Para isso que serve a vacina, ela apresenta para o organismo “o vilão” que deve ser combatido. O exército é treinado, e quanto o invasor chegar, nosso exército o reconhece e detona ele!

Agora sim! Mas como vamos mostrar o organismo “o vilão” sem ficarmos doentes??

Ahhhh! Bacana essa dúvida! Existem várias estratégias para apresentar “o vilão” para o organismo, sem que seja preciso inocular o patógeno ativo.

Affff Michelle, patógeno ativo?? Que trem eh esse?

Patógeno é um organismo capaz de produzir uma doença infecciosa em outro organismo no qual ele esteja. E Falamos em patógeno ativo, quando queremos dizer que ele é tal como encontrado na natureza.

Hm… mas porque? Ele pode ser inativado??

Sim, falei que existem várias formas de produzir vacina neh? Uma delas é inativar o patógeno antes de apresentá-lo ao organismo, assim nosso exército pode ser treinado, sem que fiquemos doentes.

Nooooossaaaa!!! Que legal! e as outras maneiras, quais são???

Podemos usar também Vacinas Gênicas, compostas de material genético que irá produzir uma ou mais proteínas do patógeno. Temos também as vacinas que ao invés de conter material genético, são constituídas das proteínas virais.

E qual a melhor Michelle??

Cada caso eh um caso, daí é preciso tantos estudos e testes!

Ciência RARA

Estive dentro de um grande centro universitário (Universidade Federal de Juiz de Fora) durante 15 anos, lá fiz Graduação, Mestrado e Doutorado em Ciências Biológicas. Neste período, atuei ativamente em projetos de pesquisa envolvendo diversas subáreas da saúde como bioquímica, biologia celular, Imunologia, genética e Biotecnologia. Também tive a oportunidade de dar aulas e senti grande satisfação em poder compartilhar o conhecimento obtido. Com o surgimento de uma doença rara, a Paraparesia espástica hereditária, tive que diminuir meu ritmo e ressignificar minha vida! Dessa maneira, surgiu o Ciência RARA, onde tenho a oportunidade de ajudar as famílias acometidas com doenças raras a entender um pouquinho sobre os termos científicos que invadiram suas vidas!

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